quarta-feira, 12 de junho de 2019

PORTO ALEGRE - MÚMIA EGÍPCIA IDENTIFICADA NO INTERIOR DO RS ESTARÁ EM EXPOSIÇÃO ATÉ DIA 28 DE JULHO NA PUCRS

A cabeça de uma múmia egípcia recentemente identificada por pesquisadores do Rio Grande do Sul estará em exposição em Porto Alegre a partir das 19h da terça-feira, dia 11 de junho, até o dia 28 de julho. 

O público poderá ver a múmia de Iret-Neferet (que significa “olho bonito”) na Biblioteca Central Irmão José Otão, no Campus Central da PUCRS. A entrada é gratuita.

A cabeça foi identificada como sendo de uma mulher egípcia, que viveu há aproximadamente 2,5 mil anos. Ela fazia parte do acervo do Centro Cultural 25 de Julho, em Cerro Largo, Noroeste do estado, há mais de 30 anos, sem que ninguém soubesse sua origem. 

Segundo o professor Édison Hüttner, que participa do grupo de pesquisadores da PUCRS e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), que estuda a peça, é a primeira descoberta de uma múmia egípcia no Brasil no século 21. Em 1995, estudiosos da área identificaram a múmia Tothmea, em Curitiba, que está resguardada no Museu Egípcio e Rosacruz.

Hüttner conta que encontrou a cabeça quando esteve no Centro Cultural, em 2017, em busca de materiais para outra pesquisa.

O pesquisador comenta que viu semelhanças entre a cabeça e outras múmias que ele havia visto no Museu do Louvre, em Paris, e no Museu do Vaticano. Ao iniciar a pesquisa, começou a levantar informações que possibilitaram a confirmação da origem.

Presente de um egípcio

A cabeça que por anos ficou resguardada ao museu no interior do Rio Grande do Sul foi doada por um morador de Cerro Largo, entre o fim dos anos 1970 e o início dos anos 1980. Hüttner conta que Marcelino Kuntz entregou a peça pouco antes de morrer de câncer.

Ele, por sua vez, havia ganhado a cabeça de um amigo, que era egípcio, durante uma passagem pelo Rio de Janeiro, na década de 1950, conforme informações repassadas pelo museu.

A identidade do egípcio não é conhecida, nem como ele conseguiu a múmia. Kuntz era amigo de Guido Henke, um dos membros do museu que trabalhou na criação do acervo.

A peça deverá voltar para o Centro Cultural de Cerro Largo depois do período de exposição na Capital. (Por G1 RS — Foto: Divulgação/PUCRS)



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