terça-feira, 25 de dezembro de 2018

INFORMATIVO – COM NOVA PREVISÃO PARA 2021, DUPLICAÇÃO DA BR-116 DEVE EVITAR ACIDENTES NO SUL DO RS, DIZ PRF

Aguardada há seis anos, a conclusão da duplicação da BR-116, no Rio Grande do Sul, promete evitar e amenizar a gravidade dos acidentes no Sul do estado. 

É o que defende a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Embora a quantidade de colisões já tenha caído 46%, de 2017 para 2018, na rodovia, a entrega da obra deve trazer uma segurança ainda maior aos motoristas.

"Estaremos evitando colisões frontais, estaremos evitando colisões transversais, que na cinemática do trauma, do acidente, é a que ocasiona maiores lesões nos ocupantes dos veículos", argumenta o chefe da PRF de Pelotas, Fabiano Goia.

Nesta semana, o RBS Notícias exibe uma série de reportagens sobre a situação das estradas no Rio Grande do Sul. Até sexta-feira, dia 28 de dezembro, serão mostradas as condições das rodovias que estão nas principais rotas dos gaúchos, começando pela Rota Sul.

A BR-116 é uma das mais importantes estradas do país, atravessa todo o estado. Em média, 30 mil veículos circulam pela rodovia por dia. A conclusão da duplicação para atender todo esse fluxo já é esperada desde 2012, mas atrasou.

Para a obra ser realizada, a estrada foi dividida em nove lotes. Os números 1, 2, 3 e 8 estão parados. Os outros estão andando. Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a expectativa é concluir em 2021, mas para isso ainda são necessários mais R$ 465 milhões.

Para 2019, a previsão é que a obra receba R$ 115 milhões. Até março, o DNIT planeja entregar 10 km do Lote 4, entre Sentinela do Sul e Camaquã. Enquanto isso, os motoristas reclamam da demora.

"Até tem um certo trecho ali que já está pronto e poderiam liberar, porque os acidentes, muitas vezes, acontecem por causa da imprudência, da estrada mal conservada. Muita coisa poderia ser evitada", justifica a professora Fabíola Matos.

O movimento maior, no Sul do estado, é de caminhões que se deslocam ao Porto de Rio Grande.

"O pessoal faz ultrapassagem, e a gente tem que estar sempre de olho porque eles vêm pra cima, principalmente as carretas e os caminhões", reclama o autônomo Vilarci Sampaio.

BR-471

E quem dirige até Pelotas, na Região Sul, e resolve dar uma passada no Chuí, usa a BR-471 para continuar o trajeto. Ainda que a rodovia não seja pedagiada, está em boas condições de tráfego. Ela é de responsabilidade do DNIT.

O excesso de velocidade está entre as principais infrações cometidas nessa estrada. A BR-471 é de muitas retas e poucas curvas, o que facilita para o motorista na hora de pegar pesado no acelerador. (Por RBS TV)

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