quinta-feira, 25 de outubro de 2018

PORTO ALEGRE - AGRESSÃO A PROFESSORA DEIXA SEM AULA MAIS DE MIL ALUNOS EM ESCOLA, NA LOMBA DO PINHEIRO

A agressão a uma professora deixou sem aula, nesta quarta-feira, mais de mil alunos da Escola Municipal Afonso Guerreiro Lima, na Lomba do Pinheiro, que atende em três turnos na zona Leste de Porto Alegre. 

A irmã de um estudante desferiu socos e chutes contra a servidora, que precisou de atendimento hospitalar, pela manhã. Conforme o relato do diretor, Samuel Martins, a agressora, de 23 anos, é ex-aluna do local.

Martins explicou que o irmão dela, de 14 anos, com histórico de problemas comportamentais, havia sido encaminhado à direção, por questões disciplinares. “Ele estava bem alterado. A gente não conseguiu contato com a família. Tentamos ligar para o pai e para a mãe. Ele começou a se agitar mais e ameaçar as pessoas”, declarou o diretor. O estudante teve negada a tentativa de voltar à sala de aula e saiu do pátio da instituição, arremessando pedras contra o prédio.

Segundo o relato, o adolescente deixou a escola e retornou acompanhado da irmã mais velha. Ao encontrar a professora no saguão, a jovem a agrediu e ameaçou a direção. A servidora, que não teve o nome revelado, precisou ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que a levou para o Hospital de Pronto Socorro (HPS).

O diretor disse ainda que, dias antes, a mãe do adolescente havia sido chamada à escola para tratar do comportamento dele. “Ela ofendeu essa professora e disse que bateria nela”, contou Martins. Na manhã desta quinta, o Conselho Escolar se reúne para debater o assunto.

Aluno segue suspenso

Em nota, Smed informou que o aluno foi suspenso e que acionou os órgãos de segurança, que prestaram atendimento e reforçaram a presença na escola:

“A Secretaria Municipal de Educação considera inaceitável o episódio de violência contra uma professora da Emef Afonso Guerreiro Lima ocorrido nesta quarta-feira, 24. Em apoio à comunidade escolar e em defesa da integridade física dos professores, a Smed acionou os órgãos de segurança, que prestaram atendimento e reforçaram a presença na escola. A fim de restituir a tranquilidade escolar, o aluno foi suspenso e os professores foram recebidos no RH da Smed. A prefeitura, a direção e os professores investem todos os esforços para que os demais alunos possam seguir frequentando suas aulas. A escola tem de ser um lugar de respeito, ou não pode educar.” (Camila Diesel / Rádio Guaíba)

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