quarta-feira, 3 de outubro de 2018

PIRATINI - CONSTRUTORA PROJETA CONCLUSÃO DA NOVA PONTE DO COSTA PARA FEVEREIRO DE 2019

A nova Ponte do Costa começou a ser construída na ERS-702, em setembro de 2017. A previsão de entrega divulgada pelo governo do Estado, sendo também expectativa da Traçado Construções, Infraestrutura, Locação e Serviços - empresa responsável pela obra - era até dezembro deste ano, porém a nova projeção é de que seja entregue em fevereiro de 2019. 

Conforme o engenheiro Jéferson Couto, responsável pelo projeto, 70% da obra está concluída e uma residência, que fica na direção de uma das cabeceiras, já foi desapropriada pelo governo. O proprietário recebeu uma indenização pelo Departamento Autônomo de Estradas e Rodagens (DAER).

Segundo Couto, o DAER precisa aprovar, ainda neste mês, um termo aditivo. “Se isso acontecer, nossa projeção é que consigamos concluir parte das obras civis até dezembro, e o os aterros, até fevereiro de 2019, prazo final imposto pela Traçado”, disse.

A travessia erguida sob o rio Piratini e ao lado da atual ponte - que não possui mais condições de tráfego - tem 159 metros de extensão e custará ao Estado R$ 6,304.864,00.

A nova Ponte do Costa finaliza um longo período de privações, perigo e prejuízos sofridos por quem realiza o trajeto, pois a ponte não oferta mais condições de tráfego.

“Eles tampam [DAER] e logo a seguir abre tudo de novo. Mecânica, pneus, suspensão, enfim, os veículos, principalmente carros de passeio não suportam mais essa buraqueira”, reclama Adriano Moraes, morador do 5º Distrito.

Além dos moradores, empresários se queixam sobre a situação, por conta da necessidade de transportar cargas, algumas delas diariamente. 

Willian Westermann cresceu vendo a luta do pai, já falecido, para que uma nova passagem fosse construída. Hoje, a conclusão e entrega da obra à comunidade significará o final de inúmeras limitações impostas atualmente para que as cargas de grãos armazenadas possam ser escoadas na tonelagem ideal e com mais segurança.

“Essas deficiências ocasionadas por essa ponte de ferro impedem, por exemplo, que consigamos passar com carga total para seguir até o Porto de Rio Grande, de onde a produção da região, também armazenada por nós, segue para exportação. Isso nos causa prejuízos, pois algumas cidades do entorno deixam de guardar suas safras conosco devido à proibição da passagem acima de 24 toneladas. Isso está chegando ao fim, e acreditamos que a próxima safra de soja já seja escoada sem restrições”, projeta Westermann. (Redator: Tradição Regional | Foto: Nael Rosa/JTR)

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