quinta-feira, 4 de outubro de 2018

INFORMATIVO - PORTO ALEGRE REGISTRA MAIS TRÊS CASOS DE SARAMPO E TOTAL NO RS CHEGA A 36

O Rio Grande do Sul já registra 36 casos confirmados de sarampo em 2018. O Centro Estadual de Vigilância em Saúde atualizou o relatório na quarta-feira, dia 3 de outubro de 2018. 

Em relação ao boletim da semana passada, foram mais três ocorrências atestadas em laboratório, todas elas em Porto Alegre. Do total, 29 envolveram moradores da Capital. Viamão teve três casos confirmados; Alvorada, dois, e São Luiz Gonzaga e Vacaria, um, cada.

Em âmbito nacional, 1.935 casos de sarampo foram confirmados no Brasil até a segunda-feira passada – 1.525 deles no Amazonas e 330 em Roraima. O Amazonas contabiliza ainda 7.873 casos em investigação e Roraima, 101. Casos isolados foram registrados, até o dia 1º, em São Paulo (3), Rio de Janeiro (18), Rio Grande do Sul (33), em Rondônia (3), Pernambuco (4), no Pará (14), Distrito Federal (1) e em Sergipe (4).

Ainda de acordo com a pasta, dez mortes por sarampo foram confirmadas, sendo quatro em Roraima (3 estrangeiros e 1 brasileiro), quatro no Amazonas (todos brasileiros, sendo 2 em Manaus e 2 no município de Autazes) e dois no Pará (indígena e venezuelano).

Campanha

Balanço divulgado hoje pelo ministério mostra que 97,7% das crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos foram vacinadas contra o sarampo, enquanto 97,9% receberam a dose contra a poliomielite. 

Até o momento, 15 estados atingiram a meta de 95% de cobertura para as duas vacinas, incluindo o Rio Grande do Sul. Em Porto Alegre, porém, os índices, até o momento, atingem cerca de 80%. Na faixa de até um ano de idade, a cobertura é ainda menor, de menos de 65%.

Alerta

O Brasil ganhou prazo até fevereiro de 2019 para reverter os surtos de sarampo registrados em diversas áreas do país – sob pena de perder o certificado de eliminação da doença, concedido pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) em 2016.

O critério adotado pela entidade para conferir transmissão sustentada é que o surto se mantenha por um período superior a 12 meses. As autoridades sanitárias brasileiras, portanto, correm contra o tempo, já que os primeiros casos da doença no Norte do país foram identificados no início do ano. (Agência Brasil – Foto: Divulgação)

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