domingo, 7 de outubro de 2018

ELEIÇÕES 2018 - LUIS CARLOS HEINZE (PP) E PAULO PAIM (PT) SÃO ELEITOS SENADORES PELO RIO GRANDE DO SUL

Os candidatos Luis Carlos Heinze (PP) e Paulo Paim (PT) foram eleitos neste domingo, dia 7 de outubro de 2018, senadores pelo Rio Grande do Sul. 

Com 99% dos votos apurados, o candidato do PP era o primeiro colocado com 2.310.997 votos – 21,95% do total –, e o do PT aparecia logo atrás com 1.870.351 votos – 17,76% do total. Os dois não podem mais ser alcançados pelos outros concorrentes. (Clique aqui e confira o resultado da apuração)

"O diálogo tem que ser de um projeto de nação. Tem que olhar o projeto que nós defendemos e quais os outros setores defendem. Em cima disso, estabelecer o debate", comentou rapidamente Paulo Paim após entrevista coletiva ao lado do candidato derrotado do PT ao governo do estado, Miguel Rossetto.

Neste ano o eleitor escolheu dois candidatos ao Senado porque o mandato é de oito anos, mas as eleições ocorrem de quatro em quatro anos. Assim, a cada eleição, a Casa renova, alternadamente, um terço e dois terços de suas 81 cadeiras. Neste ano, 54 vagas estavam em disputa no país.

Campanha

Nas pesquisas durante a campanha, Heinze em nenhum momento apareceu entre os dois candidatos preferidos dos entrevistados. Já Paim disputava a preferência ponto a ponto com José Fogaça (MDB). Porém, desde os primeiros dados divulgados na apuração das urnas, o concorrente do PP despontou em primeiro lugar e não caiu de posto.

Em entrevista ao Bom dia Rio Grande, Heinze defendeu o direito ao armamento pelos cidadãos. "Nós estamos trabalhando há algum tempo e já tem um projeto de lei pronto para ser votado na Câmara Federal que facilita novamente o acesso às armas para que as pessoas de bem, no interior ou aqui na Capital, possam ter, em qualquer parte das nossas fazendas, no campo, arma e também aqui na cidade."

E completou: "O que a gente quer é que as pessoas de bem, como era antigamente, vá na delegacia de polícia, apresente seus antecedentes para que possa ter a arma na propriedade rural ou ter arma dentro da cidade", disse.

Em entrevista ao Bom Dia Rio Grande, Paim defendeu a não adesão do Rio Grande do Sul no Regime de Recuperação Fiscal da União e apresentou uma alternativa, com um novo projeto. "Nós vamos assegurar que a dívida do Rio Grande do Sul fica paga e a União vai ter que devolver em torno de R$ 10 a 15 bilhões".

O senador, que vai para a quinta legislatura, ainda salientou o trabalho no Congresso em busca da restituição de valores da Lei Kandir. "A Lei Kandir nos tirou mais de R$ 50 bilhões. Prometeram recuperar e não recuperaram. Agora devolveu o que tiraram. Nós temos lá um relator no Senado que, se aprovado aquele projeto, pelo menos o Rio Grande do Sul recebe de imediato mais de R$ 4 bilhões".

Beto Albuquerque, do PSB, ficou na terceira colocação e Carmen Flores, do PSL, encerrou em quarto lugar. José Fogaça, do MDB, que liderava as pesquisas, levou a quinta posição. (G1 RS)


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