segunda-feira, 15 de outubro de 2018

CAMAQUÃ - REDE DE ATENÇÃO À MULHER E COLÉGIO SETE DE SETEMBRO REALIZAM SLAM

Um auditório lotado, uma plateia vibrante que aplaude ao final de cada apresentação dos alunos que recitam poesias de sua própria autoria em uma batalha de superação. Como está no cartaz de divulgação do evento “O sangue de quem vive poesia não circula, transborda!”. 

Assim ocorreu a Slam uma batalha de poesia falada realizada em parceria pela RAM – Rede de Atenção à Mulher e o Colégio Estadual Sete de Setembro na última quinta-feira, dia 11 de outubro de 2018.

O evento realizado no auditório da Secretaria Especial da Mulher, do Trabalho e do Desenvolvimento Social contou com a participação de professores de Língua Portuguesa e alunos das escolas Osvaldo Aranha, CIEP e Ana César que assistiram às apresentações e cinco deles foram escolhidos como jurados.

O Slam é um movimento de poesia urbana que surgiu em meados dos anos 80, na cidade de Chicago, nos Estados Unidos, se espalhando por outras partes do mundo, inclusive o Brasil. Sem qualquer acompanhamento musical, é a poesia falada que dá voz e vida aos sentimentos expressados. Foi a partir dessa ideia que a professora Juliana Menezes propôs um trabalho de português valendo a nota do trimestre aos alunos do 2º ano do Ensino Médio do Colégio Sete de Setembro. 

Os alunos abraçaram a ideia e esta já é a segunda batalha realizada este ano fora das paredes da escola: “É uma ferramenta importante para o aluno aprender a se expressar e se sentir desafiado, mesmo de empoderamento da juventude, e ver o crescimento dos alunos é muito gratificante”, destaca Juliana.

As poesias são de temas livres e os poetas mostram em suas obras, os seus medos, angústias, insatisfações, desejos e isso é transmitido ao público com muita honestidade. A aluna Vitória Sampaio, que apresentou uma poesia sobre violência à mulher, ficou com o primeiro lugar. Os vencedores da batalha não ganham prêmio, a premiação é a própria participação comentam os slamers. “Para mim foi um evento muito importante na escola, eu adorava poesia, mas até então não conseguia me declarar, foi muito gratificante”, comenta Rafael Duarte o slamer.

Foi essa paixão que chamou a atenção da plateia. “Achei muito interessante, principalmente por possibilitar essa abertura através da poesia”, disse a estudante da Escola Ana César, Fabiane Schmegel, 14 anos. Sua colega, Daniela Tavares, foi jurada no evento e achou muito legal as apresentações: “Concordei com algumas ideias, discordei de outras, mas acho muito importante este tipo de evento.”

A psicóloga Laís Bazzo, da Rede de Atenção à Mulher – RAM, fez um convite ao público presente que fizessem batalhas em suas escolas com o tema mulher e que os vencedores de cada escola participassem de uma batalha em nível municipal no dia 22 de novembro. (Ascom Prefeitura | Foto Divulgação)





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