domingo, 30 de setembro de 2018

PELOTAS - NOVO TEMPORAL, COM VENTOS DE ATÉ 110KM/H, CAUSA MAIS ESTRAGOS, DESTELHAMENTOS GRAVES E FALTA DE LUZ E ÁGUA

Uma semana depois, um novo temporal. Novamente com velocidade de 110 km/h, ventos fizeram diversos estragos em Pelotas no começo da noite de sábado, dia 29 de setembro de 2018. Entre eles, mais de 220 mil casas sem energia elétrica, desabastecimento de água, destelhamentos e desabamentos de árvores.

Às 11h deste domingo, dia 30 de setembro de 2018, 107 mil clientes ainda não contavam com luz - e não há previsão para restabelecimento total.

Foi perto das 18h30min que o vendaval teve início, acompanhado de chuva. E logo no começo dele, os pelotenses já se viram sem energia elétrica. Contando demais municípios como Arroio Grande e São Lourenço do Sul, mais de 220 casas ficaram sem luz.

O ponto mais preocupante foi o da subestação Pelotas 1, na avenida Ferreira Viana. O vento arremessou o telhado da Jouglar Casa & Construção, deixando desassistidos moradores de Areal, Laranjal e parte do Navegantes e Porto.

A estrutura também atingiu dois carros, ferindo uma pessoa - ela foi encaminhada ao Pronto Socorro de Pelotas (PSP) e passa bem. Aos poucos, os clientes foram remanejados a outras subestações, mas, na manhã do domingo, dia 30, a grande maioria ainda estava sem energia elétrica.

Prejuízos

De acordo com o que a Defesa Civil informou à Prefeitura, os estragos em casas foi menos no temporal desta semana do que no anterior. 10 destelhamentos foram registrados, ante 31 no dia 23.

Um dos dez foi o açougueiro Anderson Crizel. A casa em que ele mora com a esposa e o cunhado perdeu o telhado e a estrutura da garagem, feita de madeira. "Eu estava no trabalho, quando cheguei já estava assim", conta. Ele improvisou uma lona para proteger os móveis, que ficaram molhados pela chuva.

Além de casas, a situação é preocupante para comerciantes. José Ferreira tem trailer de lanches ao lado do Parque da Baronesa e, pelo menos até às 10h30, não tinha conseguido religar freezers com carnes, embutidos e frios. Um prejuízo que pode chegar a R$ 5 mil reais, caso tudo seja perdido. Ao Diário Popular, ele reclamou do preço cobrado para o aluguel de geradores: R$ 1.500 por 12 horas de uso.

Na Domingos de Almeida, além de paradas de ônibus destruídas pela queda de árvores, um posto de gasolina teve sua estrutura praticamente eliminada. Parte do telhado foi arremessada inclusive ao outro lado da rua e bombas de combustível foram jogadas ao chão.

Água

A falta de energia elétrica fez com que as estações de tratamento de água (ETA) Santa Bárbara, Moreira e Sinnott deixassem de funcionar no sábado, ocasionando em seca por toda a cidade. O mesmo aconteceu nas casas de bomba de drenagem do município. Às 10h35, o Sanep informou que as ETAs Santa Bárbara e Sinnot já haviam tido o trabalho normalizado. A Moreira, entretanto, voltou a registrar queda de luz.

Os reservatórios que abastecem Laranjal (R15), Areal (R8) e Fragata (R5) e do condomínio Moradas, na avenida Ildelsonso Simões Lopes estão sem energia e, portanto, tais locais também registram falta de água. (Fonte: Diário Popular / Fotos: Jô Folha – DP)



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