sexta-feira, 17 de agosto de 2018

CAÇAPAVA DO SUL - FALTA DE ENFERMEIROS AFETA ATENDIMENTO DE SAÚDE NO MUNICÍPIO

Uma profissional se aposentou e a outra assumiu a Secretaria de Saúde da cidade. Impasse entre prefeitura e Câmara de Vereadores atrasa solução para o problema

O serviços de vacinação têm sido afetados em Caçapava do Sul, na Região Central do estado, pela falta de enfermeiros. O atendimento tem sido prejudicado no posto de saúde da cidade, e no Centro de Atenção Psicossocial (Caps), foi temporariamente suspenso.

Ambas as unidades contavam com uma enfermeira, mas uma delas se aposentou, e a outra saiu para ocupar o cargo de secretária municipal de Saúde.

Dada a situação, a prefeitura propôs à Câmara de Vereadores da cidade que aprovasse a contratação imediata dos profissionais, mas a medida foi rejeitada.

A justificativa para a rejeição era de que já havia sido realizado um concurso, e que mesmo com o resultado vencido, poderia ser renovado. A prefeitura, por sua vez, diz que um profissional chegou a ser convocado, mas não assumiu a vaga.

"A enfermeira do concurso tinha sido chamada e ela desistiu para chamar outra no lugar. Agora nós vamos enviar um outro projeto para a Câmara de Vereadores solicitando a contratação destas duas enfermeiras", afirma a secretária de Saúde de Caçapava do Sul, Inês Medeiros Salles.

Enquanto o impasse não é resolvido, os atendimentos estão suspensos. A dona de casa Fátima dos Santos conta que procura a Policlínica de Caçapava do Sul para verificar a pressão, e que está preocupada com a situação.

"A gente fica (preocupada) porque não tem condições de pagar, e está muito mal a nossa saúde", afirma Fátima.

Além da verificação de pressão, estão afetados os exames de eletrocardiogramas, hepatite e HIV. Mesmo com a campanha de vacinação contra a poliomielite e o sarampo em andamento, as salas de vacinação estão fechadas. Quem procura imunização é encaminhado para uma unidade de estratégia da família.

Na unidade do Caps I, que atende cerca de 300 pessoas por mês, não há enfermeiro há dois meses. Isso tem feito com que a aplicação de medicamentos controlados e o acompanhamento residencial de pacientes com transtornos graves não sejam realizados. (G1 / RS - Foto: Reprodução/RBS TV)


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