sábado, 27 de janeiro de 2018

PELOTAS - FALTA DE CONVÊNIO AMEAÇA POLICIAMENTO COMUNITÁRIO

O programa de policiamento comunitário em Pelotas, no Sul do estado, está ameaçado por conta do final de um convênio com a prefeitura da cidade, que dava auxílio moradia para os policiais.

O projeto prevê a moradia de policiais militares no mesmo bairro em que são responsáveis pela segurança.

A dona de casa Maria Helena da Costa e Silva é moradora do bairro Bom Jesus, um dos que integram os 10 núcleos mapeados pelo policiamento comunitário, que completa quatro anos em 2018.

"Quando botaram o projeto, tinha mais policiamento. Agora eu vejo que diminuiu, deu uma relaxada", afirma Maria Helena.

O programa previa que mais de 44 policiais militares recebessem auxílio moradia para se fixar nesses bairros, mas desde o início, muita coisa mudou.

"Ninguém pode obrigar os policiais a morarem onde eles não quer. Alguns até mudaram para participar do programa, mas infelizmente, foram se mudando para alguns lugares, e em função daquele convênio não era permitido isso", afirma o secretário municipal de Segurança Pública de Pelotas, Aldo Bruno.

A parceria com a prefeitura incluía o custo do auxílio moradia, que seria de responsabilidade da cidade. Mas o convênio acabou no final do ano, e não foi renovado. Mas, de acordo com a administração municipal, um novo convênio vai beneficiar 12 policiais militares.

"Ao invés do auxílio, será a bolsa polícia comunitária. A prefeitura está estudando essa proposta e até o final do mês de janeiro a prefeitura responde. Então, a gente deve fazer esse novo convênio", afirma Aldo Bruno.

A Brigada Militar, por sua vez, diz que continua com o policiamento nos bairro, mas admite que o programa não existe mais, nos moldes em que foi iniciado.

"Nós não temos autorização para falar em números./ Pode ter havido a diminuição desses policiais, mas com gestão de pessoas, gestão desses recursos humanos, emprego de melhores materiais e equipamento para que eles trabalhassem, hoje a gente consegue dar uma resposta que a gente considera boa para a comunidade, no sentido de estar em vários bairros da cidade em operações todos os dias", afirma o comandante do 4º BM, major André Facin. (G1)


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