CAMAQUÃ - COMPOSTAGEM DOMÉSTICA ABRACE ESTA IDEIA

A separação do lixo orgânico do seco é um grande esforço da SMMA e num segundo momento a ideia é ensinar a fazer compostagem nos bairros. A meta é diminuir o volume de resíduos orgânicos. Até com verme compostagem, através das minhocas que podem ser conseguidas na própria Secretaria do Meio Ambiente.

“A minhoca acelera a decomposição, ela leva um dia para transformar a matéria orgânica em húmus, trabalho que a natureza leva 90 dias”, afirma o secretário da pasta Renato Zencker. “Não dá cheiro e o composto quando utilizado deixa o solo mais rico podendo ser utilizado no jardim, em uma pequena horta nos fundos de casa, sem a utilização de defensivos agrícolas”.

O secretário ainda salienta que um trabalho com palestras nas escolas e nos bairros deverá ser realizado a fim de ensinar a fazer compostagem, principalmente nos bairros. A ideia de diminuir o orgânico no Lixo doméstico é uma economia para o município, uma vez que o lixo orgânico que vem misturado com o lixo reciclável o governo municipal tem um gasto maior, pois este material que não pode ser reciclado será enterrado, e isto representa custo, pois a célula do aterro tem um limite.

Já está sendo desenvolvido no depósito de inertes, espaço do aterro sanitário, um projeto piloto de composteira. Lá, os restos de poda e, inclusive o lixo orgânico, são depositados e viram um composto muito rico. “Temos a ideia de incentivar as pessoas a fazer a compostagem em suas casas, mas este projeto se estende inclusive às pessoas da comunidade que não podem fazer por falta de espaço”, explica.

De acordo com o agrônomo, as pessoas da comunidade podem separar o lixo orgânico e trazer ao aterro sanitário e em troca podem levar um saco de substrato. “Essa é uma medida que ajuda ao meio ambiente”. Em um segundo momento, temos ideia de fazer a coleta deste resíduo.

O secretário comenta que com a ajuda da comunidade e a colaboração de todos através de um simples gesto é possível transformar um problema em solução. Atualmente, o projeto está sendo desenvolvido no depósito de inertes e, por isso, este composto orgânico precisa sair do local, para que mais composto possa ser feito.

“Contamos com a participação de todos para que separemos o nosso lixo, dessa forma estaremos ajudando também a estas famílias que trabalham no galpão de triagem junto ao aterro, e que deste resíduo retiram sua renda”, explica Zenker.

Para mais informações, procure a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, localizada no Centro Administrativo, na Rua Manoel da Silva Pacheco, nº 460, pelo telefone (51) 3671-5379 ou pelo email meioambiente@camaqua.rs.gov.br. (Ascom Prefeitura)






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